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Missa Tridentina na Catedral de Corumbá-MS

Salve Maria caros leitores,

No 3º dia da Novena à Nossa Senhora da Candelária, em Corumbá, o Rev. Pe. Marcelo Tenório, a pedido do Cura da Catedral, o Rev. Pe. Fábio Vieira, celebrou a Santa Missa no Rito de Sempre (Tridentino), rito este que há mais de 4 décadas não era celebrado nesta igreja-catedral. Houve até mesmo aqueles que choraram ao ver a maravilhosa liturgia celeste retornando a esta pequena cidade que é Corumbá.

Segue abaixo as fotos dessa Santa Missa.


O Cura da Catedral - Pe. Fábio Vieira e os seus acólitos assistentes

Catedral Nossa Senhora da Candelária cheia de fieis e alguns curiosos
Rev. Pe. Marcelo Tenório

Homilia




Elevação do Corpo de Cristo
Elevação do Sangue de Cristo
Acólitos se preparam para a Comunhão
"Ecce Agnus Dei..."
O Cura da Catedral recebendo a Comunhão
Acólitos comungando


Bênção final
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Fonte: Blog Católicos Tradicionais
Créditos das fotos: Roberto de Oliveira

Santa Missa dos Fiéis Defuntos na Forma Extraordinária na Canção Nova

Salve Maria,

Hoje (segunda-feira) em que a Igreja reza em intenção pelas almas do purgatório, trago para vocês as fotos da "Santa Missa dos Fiéis Defuntos" que foi celebrada na Forma Extraordinária do Rito Romano (Rito Tridentino) na sede da Canção Nova.

Será que finalmente a nossa Igreja (padres de todas as dioceses e lugares) está fazendo a vontade do Sumo Pontífice, dando mais dignidade à Deus nos cultos divinos, aderindo assim a Reforma da Reforma proposta por Bento XVI?
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"O cristão não teme a vida e nem a morte. O único medo que um cristão deve ter é o de ofender a Cristo". Estas foram palavras do Padre Demétrio Gomes, sacerdote da Arquidiocese de Niterói-RJ, durante a sua homilia na Santa Missa pelos fiéis defuntos celebrada na Forma Extraordinária do Rito Romano nesta sexta-feira, 02, na sede da Comunidade Canção Nova em Cachoeira Paulista-SP.

A Missa, no Rito Extraordinário, foi celebrada pela segunda vez na Canção Nova e contou com a participação dos membros da comunidade, sacerdotes e seminaristas. Em 2007 o Papa Bento XVI – através do Motu Proprio Summorum Pontificum – concedeu aos sacerdotes do Rito Latino a permissão para celebrar a Santa Missa segundo Missal Romano, editado pelo Papa João XXIII em 1962.

Vale lembrar que o Concilio Vaticano II nunca aboliu a missa em latim (língua oficial da Igreja), a posição do sacerdote voltado para Deus como o centro (e não ‘de costas para o povo’) e o canto gregoriano. Trata-se do mesmo sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo, porém celebrado em formas diferentes, como nos explica o documento da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei.

“(…) trata-se aqui de dois usos do único Rito Romano, que se põem um ao lado do outro. Ambas as formas são expressões da mesma lex orandi da Igreja. Pelo seu uso venerável e antigo a forma extraordinária deve ser conservada em devida honra” “Hoje nós celebramos a memória do fiéis defuntos. Este é um tempo propício para rezarmos por aqueles que já partiram, pelas almas que estão no purgatório, mas é um tempo para pensarmos sobre a nossa morte, porque todos nós passaremos por ela, no entanto quem sabe viver a sua vida com Deus não tem medo da morte” disse padre Demétrio em sua homilia.

O sacerdote ainda ressaltou a importância de rezarmos para as almas do purgatório, pois estes irmãos contam com as as orações da Igreja militante. “Os que estão no purgatório estão felizes porque, apesar de estarem sofrendo com chamas de purificação, eles já garantiram o céu. No entanto, as almas do purgatório não podem fazer mais nada por si, a única coisa que fazem é esperar por nossas orações para que entrem na glória eterna. Um dias estas almas irão nos receber no céu por causa da nossa intercessão” salientou o sacerdote.




























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Coroinhas: o que são e qual sua importância

Salve Maria,

À alguns dias uma leitora nos pediu (através de um comentário em Quando acender o Círio Pascal?) um post falando um pouco do serviço e da importância dos Coroinhas/Acólitos. Nas pesquisas para fazer o post solicitado, vi muitas coisas interessantíssimas que se fossemos colocar tudo aqui daria uma postagem gigantesca; porém o que mais me marcou segue logo abaixo.

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A partir da década de 60, as missas passaram a ser rezadas na língua de cada país e os fiéis começaram a rezar, cantar e orar juntos. Então os coroinhas perderam sua função na igreja? Ao contrário. Hoje, os coroinhas são muito importantes nas celebrações de nossa comunidade, auxiliando o padre nas celebrações da missa, em batizados, primeiras eucaristias, além de todo o serviço feito na comunidade. E este é o serviço que todos conhecem, é aquele serviço que todos realizam todas as semanas.

A presença dos coroinhas nas celebrações é extremamente importante, pois eles ajudam não só o sacerdote, mas também a comunidade a entender o que a Liturgia propõe.

O trabalho do coroinha não fica restrito às missas. Ele é importante também nos batizados, casamentos, cultos, manifestações externas de fé e piedade, como procissões, encenações e outras. Além disso, o coroinha tem o papel importante de, com o seu testemunho alegre de vida, motivar outros jovens e crianças a seguirem o caminho de Jesus. Afinal, o jovem e a criança, por serem coroinhas, têm muito mais motivos para serem felizes, não é?

Coroinha (do latim pueri chori, "menino do coro") é uma criança ou adolescente, geralmente do sexo masculino, que auxilia os sacerdotes nas funções do altar. Em 1994, o papa João Paulo II autorizou que meninas também servissem no Altar. A Carta-encíclica Redemptionis sacramentum prevê essa circunstância. Atualmente, em algumas paróquias a função de coroinha é permitida também às meninas, mas sua autorização deve provir do Ordinário (bispo) local.

O QUE É SER COROINHA?

Ser coroinha é estar a serviço: a serviço do altar e do próximo. Servir ao altar não é apenas ajudar o padre, transportar os objetos litúrgicos ou executar as funções que lhe são próprias. Servir ao altar é muito mais: é participar do Mistério Pascal de Cristo, ou seja, da Paixão-Morte-Ressureição de Cristo. Servir ao altar é estar aos pés da cruz, é contemplar o Cristo ressuscitado com os olhos da fé e viver alegremente o Evangelho.

No seu serviço o coroinha deve buscar sempre a alegria e a disposição, o contato fraterno e amigo, o respeito e a dedicação às coisas sagradas. O jovem deve demonstrar que vive sua fé, que observa os Mandamentos de Deus e que procura sempre ser justo e correto. Deve continuamente dar testemunho de que Cristo é o seu Senhor e Mestre.

Na vida do coroinha a oração é fundamental. É pela oração que o jovem aprende a se relacionar com Deus, a se tornar íntimo do Senhor. Na oração recebem-se as graças de Deus, o auxílio para os momentos difíceis e a força para superar o pecado e as falhas pessoais. Sem oração não se pode servir ao altar, pois como vamos estar com Cristo se não temos intimidade com Ele? É a oração que permite ao coroinha exercer o seu serviço ao próximo e ao altar de forma digna.

Ser coroinha é viver a Eucaristia, é viver Cristo em todos os momentos da vida. A Eucaristia é a fonte de todas as graças, é alimento que fortalece a alma e nos conduz ao Pai. Ao viver a Eucaristia, o coroinha vive o seu ministério de serviço com mais dignidade, dedicação, oração e amor e, assim, santifica-se e aproxima-se cada vez mais de Deus.

CARTA DE JOÃO PAULO II

O trabalho realizado pelos coroinhas durante a celebração é de muita importância, pois ajuda no andamento da celebração e para que tudo saia dentro do planejado. O Papa João Paulo II escreveu uma carta dedicada aos coroinhas, veja:

João Paulo II pede para que se dedique maior atenção aos coroinhas

Cidade do Vaticano, 7/4/2004
João Paulo II pediu às comunidades paroquiais e aos sacerdotes que dediquem maior atenção aos coroinhas, meninos e jovens que ajudam no serviço ao altar, pois constituem um "viveiro de vocações sacerdotais”.

O pontífice lança seu pedido na tradicional Carta que envia aos sacerdotes do mundo com motivo da Quinta-feira Santa, na qual presta particular atenção à oração e ao compromisso da Igreja para suscitar vocações à vida consagrada.

"Cuidai especialmente dos coroinhas, que são como um “viveiro” de vocações sacerdotais", explica o Papa na carta que escreve há 25 anos aos presbíteros do mundo nesta data, na qual se celebra os momentos em que Jesus instituiu a Eucaristia e o sacerdócio na última Ceia.

"O grupo de acólitos, bem acompanhado por vós no âmbito da comunidade paroquial, pode percorrer um válido caminho de crescimento cristão, formando quase uma espécie de pré-seminário", declara.

"Recorrendo à cooperação de famílias mais sensíveis e dos catequistas segui, com solícita atenção, o grupo dos acólitos para que, através do serviço do altar, cada um deles aprenda a amar cada vez mais o Senhor Jesus, reconheça-O realmente presente na Eucaristia e saboreie a beleza da liturgia", sugere o Santo Padre.

"Todas as iniciativas para os acólitos, organizadas a nível diocesano e por zonas pastorais, devem ser promovidas e estimuladas, tendo sempre em conta as diversas faixas etárias", sublinha.

O Papa João Paulo II se remete à sua experiência de arcebispo de Cracóvia, quando pôde apreciar, segundo revela, "quão proveitoso é dedicar-se à sua formação humana, espiritual e litúrgica".

"Quando crianças e adolescentes realizam o serviço do altar com alegria e entusiasmo, oferecem aos da sua idade um testemunho eloqüente da importância e da beleza da Eucaristia", declara.

"Graças à acentuada sensibilidade imaginativa, que caracteriza a sua idade, e com as explicações e o exemplo dos sacerdotes e dos colegas mais velhos, também os miúdos podem crescer na fé e apaixonar-se pelas realidades espirituais", assegura o Santo Padre.

"Nas regulares celebrações dominicais e feriais, os acólitos encontram-vos a vós, nas vossas mãos vêem “fazer-se” a Eucaristia, no vosso rosto lêem o reflexo do Mistério, no vosso coração intuem a chamada a um amor maior", diz o Papa em sua carta aos sacerdotes.

"Sede para eles pais, mestres e testemunhas de piedade eucarística e santidade de vida", conclui. Ao apresentar esta terça-feira à imprensa a Carta do Papa aos sacerdotes, o cardeal Darío Castrillón Hoyos, prefeito da Congregação para o Clero, disse que na promoção de vocações ao sacerdócio a atenção aos coroinhas é decisiva. "Se as crianças e os jovens vêem no sacerdote a alegria de ser ministros de Cristo e depositários dos mistérios divinos, a generosidade para administrar os sacramentos, em particular a Reconciliação e a Eucaristia, então se perguntarão se não pode ser esta" "a opção mais cheia de felicidade para suas vidas", afirmou o purpurado colombiano.
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