Batina: Sim ou Não???


"Entretanto, padre sem batina, vestido como um leigo qualquer, tende a se nivelar, a levar uma vida de modo puramente natural, como todo o mundo, e a fazer esquecer o seu caráter sagrado. Pior, tende a passar a agir de modo igualitário, ele que tem a marca indelével de sacerdote em sua alma.
Um padre não é um homem como todo o mundo. É um ministro de Deus Altíssimo.
A batina não faz o padre, mas ajuda imensamente o padre a portar-se como padre, diferentemente de todo o mundo"

A batina é uma veste que pode ser usada por seminaristas, padres e bispos. Tem 33 botões na frente, que representam a idade de Cristo e 5 botões na manga, que representam as 5 chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo.Pode ser encontrada nas cores branca, cinza, roxa, preta e vermelha.
A batina é uma veste litúrgica obrigatoria para padres e significa a morte do padre para o mundo, o seu luto, com um colarinho branco representando a pureza. Era também uma forma de identificação, após o Concílio Vaticano II, os sacerdotes não são mais obrigados a usar essa veste para identificá-los. É bom lembrar que não foi abolido o uso da batina e que a exceção dada pelo Concílio Vaticano II não é de forma alguma um decreto de que não se deve, não se pode, mas pelo contrário, a batina continua sendo um veste própria do padre e que na medida do possível não deve ser dispensada.O código de direito canônico define o seguinte, quanto à vestimenta dos padres:

Can. 284 – Os clérigos devem vestir um traje eclesiástico digno, de acordo com as regras estabelecidas pelas conferências episcopais e os costumes legítimos do lugar.

Este poder dado às conferências episcopais também foi causa da decadência na vestimenta, já que muitas vezes elas dão liberdade aos padres, sem puni-los, à revelia do que ordena o Papa.

Há um livro baseado em uma tese de Michele de Santi chamado “O hábito eclesiástico, seu valor e sua história”. Os trechos a seguir são extraídos deste livro. O que nos interessa é apenas este histórico e não as idéias do autor, com as quais muitas vezes não concordamos. Segue o resumo:

Nosso Senhor não deu instruções precisas sobre este assunto, porém recomendou aos apóstolos simplicidade e humildade.

Os hábitos usados no Império Romano, adotados rapidamente por conveniência à fé, à dignidade e à modéstia do estado clerical, constituem as primeiras formas de hábito eclesiástico: túnica branca ou clara, com mangas, longa até o calcanhar (túnica talaris), acompanhada de uma veste de lã. Este hábito era similar ao usado pelos monges.

As perseguições não favoreceram o desenvolvimento de um hábito que desse distinção: os padres precisavam freqüentemente se esconder.

Em 422, o Papa Celestino I lança um primeiro documento sobre este assunto em uma carta endereçada aos bispos da Gália. Os padres não deveriam se vestir do mesmo modo que os monges, pois esta vestimenta grosseira era freqüentemente motivo de zombaria nas cidades. A cor clara usada até então é substituída, pouco a pouco, pela cor escura, inicialmente em Constantinopla para que se distinguissem dos Novacianos, que usavam o branco. Depois sob a inflência dos Beneditinos, cujo hábito era negro. O vermelho foi proibido pois era mais adequado aos magistrados leigos do que aos religiosos.

No fim do século VI há uma mudança, devido ao fim das perseguições e ao fim do hábito longo nos países europeus. Com efeito, as invasões bárbaras, francas e lombardas trazem o hábito curto, mais prático. São Gregório Magno (590-604) fala pela primeira vez em “hábito do clero”.

No século XI São Bernardo (1090-1153) lembra que a vestimenta dos padres deve ser o sinal exterior de suas virtudes interiores, pois na época os padres estavam transformando o hábito em objeto de luxo e vaidade.

O decreto de Gratien (1140) insiste em que o hábito deve ser usado em toda parte, na rua, em viagem ... Gratien comenta esta posição citando Santo Agostinho, que afirmava que freqüentemente as desordens do corpo manifestam as desordens do espírito.

O Concílio de Trento traz a famosa expressão (muitas vezes deturpada em seu sentido original): “Mesmo considerando que o hábito não faz o monge, é necessário que os religiosos vistam sempre um hábito adequado a seu estado (...)”

O primeiro Concílio de Milão (1565) impôs a cor negra e o quarto (1576) lembra a obrigação de usar a batina na Igreja mesmo quando não se use a capa.

Sixto V (1585-1590) trará, por assim dizer, a pedra final ao edifício com a Constituição “Cum Sacrosancta”, obrigando os padres a usar a batina. Impôs punições severas a quem desobedecesse. Quatro anos mais tarde esta lei será abrandada, voltando à interpretação mais genérica que prevalecera no Concílio de Trento; os padres devem usar um hábito conveniente a seu estado e de acordo com as disposições de seu bispo.

O Código de 1917 (can. 136) pede aos padres que usem um hábito eclesiástico conveniente (decentem) segundo os legítimos costumes do lugar e do Bispo. Sem outras definições mas com penalidades que podem ir até à perda do cargo ou estado clerical.

Pouco antes do Concílio Vaticano II, o Sínodo de Roma de 1960 lembra que os padres residentes em Roma devem usar a batina.

Nos documentos posteriores ao Concílio encontramos sobretudo argumentação para convencer os padres a usar a batina nesta época de tantas contestações.

Em 1966, a Conferência Episcopal Italiana aconselha que para “vantagem pessoal do padre” e “edificação da comunidade, a batina deve ser a vestimenta normal dos padres”; o clergyman sendo reservado para as viagens ou quando for necessário por comodidade...



Neste mesmo ano, a Cúria alerta que os padres que trabalham no Vaticano devem usar a batina. E Paulo VI se lamentou em 17 de Setembro de 1969: “fomos longe demais na intenção, em si louvável, de inserir o padre no contexto social, até o ponto de secularizar sua forma de viver, de pensar, e mesmo seu hábito, com o grave risco de enfraquecer sua vocação e de ridicularizar seus compromissos sagrados assumidos diante de Deus e da Igreja”.

João Paulo II, em uma carta endereçada ao Cardeal Vigário exprime seu pensamento sublinhando mais uma vez a importância do uso do hábito, “testemunho da identidade do padre e de que pertence a Deus” ... “em um mundo tão sensível à linguagem das imagens”.

O Código de 1983 não traz modificações substanciais, de acordo com o autor do livro. Entretanto duas medidas foram tomadas que não favorecem o uso da batina: não cabe mais ao Bispo definir o hábito a ser usado em sua diocese (batina, clergyman, etc...) mas à conferência episcopal.

O Código não menciona mais penalidades para os contraventores: não usar o hábito, de acordo com o novo código, não é mais considerado um delito contra as obrigações particulares do estado religioso. Não se mudou a lei, mas é como se ela não tivesse mais que ser considerada.

Em 1999, o Papa ainda tenta convencer: “é um dever de se mostrar sempre tais como sois a todos, com uma humilde confiança, com este sinal externo: é o sinal de um serviço sem descanso, sem idade, porque ele está gravado em sua própria alma”.
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Autor/fonte: Sem Ciro Quintella Lacerda, fundador do blog Dominus Vobíscum

Roteiro para adoração do Santíssimo Sacramento

Salve Maria,

Para a 24ª e última postagem da série trago agora um roteiro para adoração do Santíssimo Sacramento.

Hoje eu ingresso oficialmente no Seminário Eucarístico (Sociedade Servos da Eucarístia - Ponta Grossa/PR), peço que rezem por mim e roguem à Santíssima Virgem e ao(s) seu (s) Santo(a)(s) de devoção que intercedam junto à Deus por mim, para que eles me ajudem e sejam meus guias na minha caminhada seguindo Jesus Cristo como Sacerdote-religioso. Desde já muito obrigado.

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ROTEIRO PARA ADORAÇÃO EUCARÍSTICA - Sugestão

(Chegada em silêncio. Após a chegada canta-se um refrão meditativo, após alguns momentos acendem-se as velas preparadas no altar.)

SAUDAÇÃO
P: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
T: Amém!
P: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
T: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

MOTIVAÇÃO
P: Reunidos para este momento de oração e adoração do Cristo presente no Sacramento Eucarístico, queremos recordar que esta presença decorre da Celebração Eucarística e a ela nos deve encaminhar. A piedade que nos leva à adoração da Santíssima Eucaristia move-nos também a participar radicalmente do mistério pascal. Permanecendo diante do Cristo Senhor, gozamos da íntima familiaridade com Ele, e abrindo-lhe o coração, pedimos por nós mesmos e por todos, pela paz e salvação do mundo. Oferecendo com Cristo toda nossa vida ao Pai, pela força do Espírito Santo, pedimos o aumento da nossa fé, esperança e caridade. Alimentamos assim, as disposições que nos levam a celebrar com a devida devoção, o memorial do Senhor e a receber com freqüência o Pão que nos foi dado pelo Pai. Reconhecendo a grandiosidade e a maravilha da obra criadora, elevemos nosso louvor e gratidão a Deus, entoando o cântico das criaturas:

HINO
Onipotente e bom Senhor, * a ti a honra, glória e louvor; * Todas as bênçãos de ti nos vêm * e todo o povo te diz: Amém!
Louvado sejas nas criaturas, * primeiro o sol lá nas alturas. * Clareia o dia, grande esplendor, * radiante imagem de ti, Senhor. * Louvado sejas pela irmã lua, * no céu criaste, é obra tua.
Pelas estrelas claras e belas * Tu és a fonte do brilho delas. * Louvado sejas pelo irmão vento * e pelas nuvens, o ar e o tempo, * E pela chuva que cai no chão * nos dás sustento, Deus da Criação.
Louvado sejas, meu bom Senhor, * pela irmã água e seu valor. * Preciosa e casta, humilde e boa, * se corre, um canto a ti entoa. * Louvado sejas, ó meu Senhor, * pelo irmão fogo e seu calor.
Clareia a noite, robusto e forte * belo e alegre, bendita sorte. * Sejas louvado pela irmã terra, * mãe que sustenta e nos governa * Produz os frutos, nos dá o pão * com flores e ervas sorri o chão.
Louvado sejas, meu bom Senhor, * pelas pessoas que em teu amor, * Perdoam e sofrem tribulação, * felicidade em ti encontrarão. * Louvado sejas pela irmã morte * que vem a todos, ao fraco e ao forte.
Feliz aquele que te amar, * a morte eterna não o matará. * Bem-aventurado quem guarda a paz * pois o Altíssimo o satisfaz. * Vamos louvar e agradecer, * com humildade, ao Senhor bendizer.

RECONHECENDO AS PRESENÇAS DE CRISTO
L: “A obra da redenção humana e da perfeita glorificação de Deus, que tem o seu prelúdio nas maravilhas divinas operadas no povo do Antigo Testamento, completou-a o Cristo Senhor, especialmente pelo mistério pascal de sua sagrada paixão, ressurreição dos mortos e gloriosa ascensão. Por este mistério, Cristo morrendo, destruiu a nossa morte e, ressurgindo, deu-nos a vida. Pois, do lado de Cristo agonizante sobre a cruz nasceu o admirável sacramento da Igreja. Para realizar tão grande obra, Cristo está sempre presente em sua Igreja.” (SC 5).

Todas as vezes que nos reunimos Ele está presente no meio de nós: “Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí no meio deles.” (Mt 18,20). Somos o seu corpo, Ele age em nossas ações, “Eis que eu estarei convosco todos os dias, até o fim dos tempos.” (Mt 28,20). Por isso, em todos os momentos Ele está conosco, mesmo quando é noite, não estamos sós.

Refrão cantado:
Fica conosco Senhor, é tarde e a noite já vem.
Fica conosco Senhor, somos teus seguidores também.

L: “Cristo está presente na sua Palavra, pois é Ele que fala quando na Igreja se lêem as Sagradas Escrituras.” (SC 7). Portanto, quando ouvimos as Escrituras Ele nos fala e aquece nosso coração.

Refrão cantado:
Fala Senhor, fala da vida,
Só tu tens Palavra eterna, queremos ouvir!

L: Jesus Cristo está presente na pessoa do pobre e excluído. Todas as vezes que fazemos algo por estes, é ao próprio Cristo que o fazemos. (Cf. Mt25,40).

Refrão cantado:
Entre nós está e não o conhecemos,
Entre nós está e nós o desprezamos.

L: Presente na Assembléia reunida, na Palavra proclamada e no pobre, Jesus Cristo está presente de modo especial no Pão Eucaristizado.

CANTO PARA EXPOSIÇÃO DO SANTÍSSIMO
(Enquanto se canta realiza-se a exposição do Santíssimo Sacramento)

Refrão: Eu vim para que todos tenham vida,
que todos tenham vida plenamente.

Reconstrói a tua vida em comunhão com teu Senhor,
Reconstrói a tua vida em comunhão com teu irmão.
Onde está o teu irmão, eu estou presente nele.

(Refrão)

Quem comer o pão da vida viverá eternamente.
Tenho pena deste povo que não tem o comer.
Onde está um irmão com fome, eu estou com fome nele.

(Refrão)

Eu passei fazendo o bem, eu curei todos os males.
Hoje és minha presença junto a todo sofredor.
Onde sofre o teu irmão, eu estou sofrendo nele.

(Refrão)

Entreguei a minha vida pela salvação de todos.
Reconstrói, protege a vida de indefesos e inocentes.
Onde morre o teu irmão, eu estou morrendo nele.

(Refrão)

P: Graças e louvores se dêem a todo o momento.
T: Ao Santíssimo e Digníssimo Sacramento.


MOMENTO DE SILÊNCIO
(Após a exposição do Santíssimo faz-se alguns minutos de silêncio, a seguir canta-se a aclamação e segue-se a proclamação do Evangelho)

ACLAMAÇÃO E PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO
(Lc 24, 13-35)

P: O Senhor esteja convosco.
T: Ele está no meio de nós!
P: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
T: Glória a vós, Senhor!
Eis que dois deles viajavam neste mesmo dia para uma aldeia chamada Emaús, a sessenta estádios de Jerusalém; e conversavam sobre todos esses acontecimentos. Ora, enquanto conversavam e discutiam entre si, o próprio Jesus aproximou-se e pôs-se a caminhar com eles; seus olhos, porém, estavam impedidos de reconhecê-lo. Ele lhes disse: "Que palavras são essas que trocais enquanto ides caminhando?" E eles pararam, com o rostosombrio. Um deles, chamado Cléopas, lhe perguntou: "Tu és o único forasteiro em Jerusalém que ignora os fatos que nela aconteceram nestes dias?" - "Quais?", disse-lhes ele. Responderam: "O que aconteceu a Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obra e em palavra, diante de Deus e diante de todo o povo: nossos chefes dos sacerdotes  e nossos chefes o entregaram oara ser condenado à morte e crucificaram. Nós esperávamos que fosse ele quem iria redimir Israel; mas, com tudo isso, faz três dias que todas essas coisas aconteceram! É verdade que algumas mulheres, que são dos nossos, nos assustaram. Tendo ido muito cedo ao túmulo e não tendo encontrado o corpo, voltaram dizendo que tinham tido uma visão de anjos a declararem que ele está vivo. Alguns dos nosos foram ao túmulo e encontraram as coisas tais como mulheres haviam dito; mas não o viram!"  Ele, então, lhes disse: "Ó insensatos e lentos de coração para crer tudo o que os profetas anunciaram! Não era preciso que o Cristo sofresse tudo isso e entrasse em sua glória?" E, começando por Moisés e por tosos os Profetas, interpretou-lhes em todas as Escrituras o que a ele dizia respeito. Aproximando-se da aldeia para onde iam, Jesus simulou que ia mais adiante. Eles, porém, insistiram, dizendo: "Permanece conosco, pois cai a tarde e o dia já declina." Entrou então para ficar com eles. E, uma vez à mesa com eles, tomou o pão, abençoou-o, depois partiu-o e distribuiu-o a eles. Então seus olhos se abriram e o reconheceram; ele, porém, ficou invisível diante deles. E disseram um aou outro: "Não ardia o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho, quando nos explicava as Escrituras?" Naquela mesma hora, levantaram-se e voltarm para Jerusalém. Acharam aí reunidos os Onze e seus companheiros, que disseram: "É verdade! O Senhor ressurgiu e apareceu a Simão!" E eles narraram os acontecimentos do cmainho e como o haviam reconhecido na fração do pão.
P: Palavra da Salvação.
T: Glória a vós, Senhor!

REFLEXÃO ABERTA OU HOMILIA
(Quem preside faz breve reflexão e motiva para a reflexão pessoal e possível partilha)

PRECES
P: Nossa oração diante do Cristo Senhor, presente na Eucaristia, prolonga a união que obtemos ao comungar e renova a aliança que nos impele a viver de acordo com o que recebemos pela fé e pelo Sacramento na celebração da Eucaristia. Elevemos espontaneamente nossas preces ao Senhor.

Respostas cantadas:
Escuta-nos, Senhor da Glória!

(Preces espontâneas)

P: Ajudai-nos Senhor a vivermos com gratidão toda a nossa vida na força do alimento celeste, participando na morte e na ressurreição do Senhor. Que sejamos solícitos em praticarmos boas obras e agradar-vos, impregnando o mundo de espírito cristão e transformando-nos em testemunhas de Cristo em tudo, no meio da comunidade humana. Nós vos elevamos toda esta oração rezando juntos como Jesus nos ensinou:
Pai-Nosso...

CANTO E BÊNÇÃO DO SANTÍSSIMO
Tão sublime sacramento adoremos neste altar,
Pois o Antigo Testamento deu ao Novo seu lugar.
Venha a fé por suplemento os sentidos completar.
Ao Eterno Pai cantemos e a Jesus, o Salvador.
Ao Espírito exaltemos, na Trindade eterno amor.
Ao Deus uno e trino demos a alegria do louvor.
Amém, Amém!
P: Do céu lhes destes o pão.
T.: Que contém todo o sabor!
Oremos:
Ó Deus, que neste admirável Sacramento nos conservastes a memória de vossa Paixão, concedei, Vos pedimos, que veneremos os sagrados Mistérios de vosso Corpo e Sangue, de modo que sintamos sempre em nós o fruto de vossa redenção. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém. 

(Depois da bênção, enquanto O repõe no sacrário a assembléia canta um canto de aclamação e louvor ao Senhor).

CANTO FINAL
Deus infinito, nós te louvamos * e nos submetemos ao teu poder. * As criaturas no seu mistério, * Mostram a grandeza de quem lhe deu o ser. * Todos os povos sonham e vivem * nesta esperança de encontrar a paz. * Suas histórias todas apontam * para o mesmo rumo onde tu estás.
Santo, Santo, Santo, (2x)
Todo Poderoso é o nosso Deus.
Senhor Jesus Cristo, nós te louvamos * e te agradecemos teu imenso amor. Teu nascimento, teu sofrimento, * Trouxe vida nova onde existe a dor. * Nós te adoramos e acreditamos * que és o Filho santo do nosso Criador. * E professamos tua verdade, * que na humanidade plantou tamanho amor...
Deus infinito, teu santo Espírito * renova o mundo sem jamais cessar. * Nossa esperança, nossos projetos * só se realizam quando ele falar. * Todo-poderoso, somos o teu povo * que na esperança vive a caminhar. * Dá que sejamos teu povo santo * que fará do mundo teu trono e teu altar.
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Observação:
a partir de hoje, as postagens desse Blog dependerão do tempo que terei disponível de acesso à internet lá no seminário. Peço a compreensão de todos.
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*Formatação, digitalização do Evangelho e do Oremos da bênção do Santíssimo, são meus.
Fonte: Site da Diocese de Ponta Grossa - página da Reitoria do Sagrado Coração de Jesus.

Ordo Incensationis Altaris - 2

Salve Maria,


Para a 23ª postagem da série trago agora o "Ordo Incensationis Altaris", forma utilizada na Missa de Pio V, para as Missas com o altar desligado da parede.

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Observação: É louvável que se faça o uso desse modo de incensar o altar na Missa de Paulo VI, que não sejam Versus Deum.

Ordo Incensationis Altaris - 1

Salve Maria,


Para a 22ª postagem da série trago agora o "Ordo Incensationis Altaris", forma utilizada na Missa de Pio V, para as Missas com o altar junto à parede.

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Clique na imagem para ampliar.


Observação: É louvável que se faça o uso desse modo de incensar o altar na Missa de Paulo VI - Versus Deum.

Ordo Incensandi Oblata - In modum circuli

Salve Maria,


Para a 21ª postagem da série trago agora o "Ordo Incensandi Oblata - In modum circuli", que são os três circulos e oração que o padre faz na Missa (Missa de Pio V) sobre as oblatas.

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Observação 1: Os dois modos de incensar as oblatas crucis e circuli, são feitos (um após o outro, primeiro crucis e depois circuli) pelo sacerdote em todas as Missas que hajam turíbulo.

Observação 2: É louvável que se faça o uso desse modo de incensar as oblatas na Missa de Paulo VI.