Acordo judicial derruba festa "M.I.S.S.A."

Salve Maria,

É com alegria que o nosso Blog vem lhes comunicar de uma graça que recebemos:

A Associação Arquidiocesana Tarde com Maria conseguiu celebrar acordo judicial com a Cinco Entretenimentos, grupo que realizava as festas denominadas “M.I.S.S.A.”. A partir de agora, o substantivo “missa” não pode ser usado nos eventos produzidos, assim como não pode haver a utilização de indumentária e símbolos católicos nas citadas festas.
Conforme o acordo, a Cinco Entretenimentos “obriga-se, definitivamente, a nunca mais promover, nesta cidade ou em qualquer outro ponto do território nacional, qualquer evento que se identifique pelo substantivo “missa”, ou no qual se utilize essa palavra, de modo a associar o espetáculo à principal celebração da liturgia da Igreja Católica Apostólica Romana”.

Em eventos, materiais publicitários ou shows “qualquer indumentária, dístico, palavra ou verso, símbolo, letra, coreografias, foto, músicas ou outro elemento de qualquer natureza, que possa de algum modo associar a ação à mesma Igreja ou a seus sacerdotes, templos, livros, objetos de culto, ritos ou liturgia” também não será permitida.

A empresa continuará a utilizar a sua denominação “Movimento dos Interessados em Sacudir a Sua Alma”, não podendo dispor das iniciais para compor o substantivo em questão.



colocar introdução na frente

Salmo 43 - "Esperança de justiça"

Salve Maria,

Hoje no dia em que a Igreja celebra a memória do mártir São Jauário, trago para vocês o Salmo 43, que fala da Esperança de Justiça. Leia orantemente esse Salmo e saberá que ele é oportuno para expressar a alegria dos mártires e todos os santos.

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Julga-me, ó Deus, defende a minha causa contra uma nação sem piedade! Liberta-me do homem injusto e traidor!

Sim, tu és o meu Deus forte: por que me rejeitas? Por que devo andar pesaroso soba a opressão do inimigo?

Envia a tua luz e tua verdade: elas me guiarão, e me levarão ao teu monte santo, para a tua moradia.

Eu irei até o altar de Deus, ao Deus que me alegra. Vou exultar e celebrar-te com a harpa, ó Deus, o meu Deus!

Por que te curvas, ó minha alma, gemendo dentro de mim? Espera em Deus, eu ainda o louvarei: “Salvação da minha face e meu Deus!”

O seminarista e o uso da batina

Salve Maria,
 
 
Seminaristas podem andar de batina?

Depende do bispo. O hábito eclesiástico não é obrigatório, e alguns bispos não gostam muito.

Já o sacerdote não precisa do gosto do bispo, ele é obrigado a usar, seja a batina, seja o clergyman.

A obrigatoriedade é a do clérigo, assim como a do celibato, a da obediência e etc. Mas nem por isso vão ser celibatários e obedientes depois de diáconos.

Na forma extraordinária, o seminarista utiliza quando recebe a tonsura.Na forma ordinária, não saberia dizer com respeito às rúbricas.

As virtudes, como os vícios, são frutos de hábitos, ou seja, repetição. Se adquire o hábito de usar a batina com a repetição, tal como o hábito do celibato com a repetição dos costumes referentes a este.

O desejo e a confirmação de Deus para servir a Cristo pelo sacerdócio vem muito antes da Ordenação. Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci e te chamei Jr 1,5 . O amor pela Sagrada Liturgia, pelos sacramentos, pela castidade, pelas virtudes já deve ser cultivado ainda em tempo de vocacionado. O seminarista para os olhos do mundo não é apenas um mero candidado ao sacerdócio, mas alguém que reflete a vontade de Jesus ao perpertuar em seus ministros ordenados o ofício confiado pelo Pai em salvar almas. Lembrem-se que é pensando nas milhares pessoas que você irá batizar, confessar, unir ao matrimônio, etc que Deus quer que você vocacionado, renuncie a si mesmo e O siga para este grandioso ministério.

O Concílio Vaticano II oderna na decreto Optatam totius que todos os seminaristas seja como um "pré-padre" no exemplo de fidelidade a Deus, e essa fidelidade começa do amor à batina até a entrega da morte, ou seja, sempre.

Exponha-se aos alunos o contributo dos Padres da Igreja oriental e ocidental para a Interpretação e transmissão fiel de cada uma das verdades da Revelação, bem como a história posterior do Dogma tendo em conta a sua relação com a história geral da Igreja. Depois, para aclarar, quanto for possível, os mistérios da salvação de forma perfeita, aprendam a penetra-los mais profundamente pela especulação, tendo por guia Santo Tomás, e a ver o nexo existente entre eles. Aprendam a vê-los presentes e operantes nas acções litúrgicas e em toda a vida da Igreja. Saibam buscar, à luz da Revelação, a solução dos problemas humanos, aplicar as verdades eternas à condição mutável das coisas humanas e anuncia-las de modo conveniente aos homens seus contemporâneos.

Optatam totius parágrafo 16 - disciplinas e seu método.
 
 
Do mesmo modo que convém ao postulante/noviço usar hábito, convém ao seminarista usar batina.

O postulante/noviço não sabe se vai professar os votos, ele pode sair do instituto, mas tem que se habituar às virtudes referentes à vocação à qual aspira.
 
É muito oportuno o questionamento sobre o uso da batina pelo seminarista ou não, mas com princípios inválidos, logo, conclusões equivocadas. Porém, algo de muito bom podemos tirar de tudo isso:

1°. Realmente o hábito eclesiástico é para clérigos (no caso dos diocesanos) e religiosos (aqui varia de comunidade religiosa à comunidade religiosa [...]).

2°. A infração de uma regra não pode tolher o uso, explico-me: se um seminarista, o qual não é clérigo, usa o hábito eclesiástico por veleidade, vaidade e afins, logo, não é por isso que não convenha o uso do mesmo, salvaguardando o legítimo uso com piedade, discrição etc.

Assim, penso que seja útil trazer um texto de Santo Tomás de Aquino que nos pode abrir horizontes.
 
A batina é um mau para quem não é clérigo?

 
Antes de mais nada, cabe-nos a clareza do que seja o mal em poucas palavras.

O grande Doutor da Igreja, Santo Tomás de Aquino, ensina-nos que "o mal enquanto mal não é algo nas coisas, mas é privação de algum bem particular, que inere a algum particular', e mais adiante explica que "algo se diz mau de dois modos":

1. simpliciter;

2. secundum quid;

Com respeito ao n° 1: Ora, dizemos que é mau simpliciter o que é mau em si. E isto se dá quando algo é privado de algum bem particular de que depende a sua perfeição, assim como a doença é um mal para o animal, por privá-lo da igauldade de humores que se requer para o perfeito ser do animal.

Com respeito ao n°2: Diz-se que é mau secundum quid o que não é maus em si, e sim com relação a outra coisa; uma vez que, evidentemente, não é privado de um bem de que dependa a sua perfeição, mas de um bem de que depende a perfeição de outra coisa, assim como o fogo é privado da forma de água, da qual não depende a perfeição do fogo, mas da perfeição da água; donde o fogo não ser mau em si, sendo mau porém, para a água.

Assim, a própria pena é boa simpliciter, mas é má para este pecador; e por isso se diz de DEUS que ELE cria o mal, mas dá a paz, já que a pena não contribui o apetite do pecador, mas para a paz contribui o apetite daquele que recebe a paz. Criar, no entanto, é fazer algo que não foi posto na existência por ninguém antes. E, assim, evidentemente, diz-se que o mal foi criado não enquanto mal, mas enquanto é bom simpliciter, e mau secundum quid.
 
O hábito eclesiástico contribui para a formação do candidato ao sacerdócio, auxilia-o na mortificação e na penitência, visto ser este o significado do hábito. Em poucas palavras, o hábito eclesiástico é uma mortuária, no dizer do Pe. Paulo Ricardo.
 
Basta para nós que a Igreja durante séculos utiliza deste método para formar os candidatos para sabermos que ele é salutar. A penitência e a mortificação fazem parte da vida clerical, assim como da religiosa¹. A razão para tal é de fundo teológico mesmo, ou melhor, do abandono da sã teologia.
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¹ As monjas do Carmelo não abandonaram seus hábitos e continuam morando neste belíssimo país tropical.

Ficou claro que a Batina, e/ou qualquer distintivo não é mau simpliciter, nem secumdum quid, né?! Sendo assim, pode a vontade de quem usa ser má, mas nunca a culpa será da batina e/ou do distintivo.

É bom lembrar que Santo Tomás de Aquino no De Malo diz que mesmo um tato de louvor/amor à DEUS pode ser mal, quando não é feito como se deve e quando se deve e da maneira que se deve. Logo, não é o amor ou o louvor que é mal, sem sem si mesmo (simpliciter), nem com relação a algo (secundum quid), mas a vontade do operante.


Para os que querem seguir as normas da Igreja, mesmo quando ela não nos obriga mas apenas aconselha: na Diocese de Roma os seminaristas utilizam o hábito eclesiástico na admissão.
 
O Padre Paulo Ricardo disse-nos: "o hábito eclesiástico me protege de mim mesmo!", observando como a concupiscência fica inibida pela penitência trazida pelo hábito eclesiástico.

Os seminaristas precisam desta penitência e mortificação também? A resposta é evidente e nem sequer precisa pelo artigo ser exposta.
 
A Igreja obrigou sim o uso do hábito para seminaristas, e ainda é ao menos na forma extraordinária. Se forma ordinária não é obrigatório, isso é devido ao espírito conciliar condenado por Josef Ratzinger em seus inúmeros escritos. Devemos ser fiéis à letra do Concícilio e não ao seu espírito, o qual é revolucionário (como afirma Nicola Bux) e de ruptura (Josef Ratzinger, o qual continua afirmando isso depois de Papa).

É necessário esclarecer que o uso da batina é impotante, até importantíssimo. Visto que a concupiscência é combatida com o uso do hábito, no calor, no frio, com a postura a ser testemunhada etc.

Contudo, é preocupante quando os entes acidentais são tratados como entes substanciais. Exemplo: Homem é quem tem cérebro. Logo, anacéfalo pode morrer; visto que um dos atributos do homem é a sua racionalidade, a qual os materialistas atribuem ao cérebro, e não à alma, como a razão pode demonstrar.

Usamos esta anologia para que possamos compreender que um sacerdote que não usa a batina, nem mesmo clergyman, está em desobediência (exceto no caso do clergyman), sim. Contudo, sua formação pode ter sido um tanto deficiente, e mesmo sua formação humana no seio de sua família, impedindo-o de ter atitudes de caráter enérgico. É necessário sermos compassivos, sem deixar de sermos autênticos e no tempo oportuno, levar seminaristas e sacerdotes de boa vontade a fazerem uso do hábito eclesiástico.

E que fique claro: o uso do hábito auxilia muitíssimo. E é por esta razão que a Santa Madre Igreja nos ordena a usar as possibilidades descritas acima.

Esse é um dos benefícios da batina. Uma vez que a nossa memória e a nossa imaginação, duas das quatro faculdades internas de nossa complexidade intelectual, são estimuladas pelos sentidos externos: olfato, tato, gustação, audição e visão.

Tudo que auxilia os sentidos externos é excelente. E tudo o que os leva a imaginar outras coisas menos nobres, ou mesmo más em si mesmas, deve ser evitado.
 
 
"Não nos iludamos julgando servir o Evangelho se tentamos "diluir" o nosso carisma sacerdotal mediante um interesse exagerado pelo vasto campo dos problemas temporais, se desejamos "laicizar" o nosso modo de viver e de proceder, se apagamos até os sinais exteriores da nossa vocação sacerdotal. Devemos conservar o sentido da nossa singular vocação, e tal "singularidade" deve exprimir-se também no nosso vestuário exterior. Não nos envergonhemos! Sim, estejamos no mundo! Mas não sejamos do mundo!" Discurso do Papa João Paulo II ao clero romano

Se o seminarista não usa por piedade, por todos os fundamentos acima explicitados, mas usa por exibicionismo, por mero saudosismo, porque é "bonito" apenas, é mais conveniente que nem use." É melhor que saia do seminário, pois a fashion-week não é para seminaristas.
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Fonte: Tradição em foco com Roma -  por David A. Conceição

Padre Pio nos explica a Santíssima Trindade

Salve Maria,
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Tradução: Carlos Wolkartt

Em abril de 1920, Padre Pio recebe em seu confessionário uma jovem de 25 anos, que lhe diz: “Padre, o motivo de minha presença não é a confissão, mas o esclarecimento de algumas dúvidas que me atormentam. Perturba-me, sobretudo, o mistério da Santíssima Trindade”.

O padre, com palavras sensíveis, começou a dissipar as dúvidas: “Filha, quem pode compreender e explicar os mistérios de Deus? Chamam-se mistérios justamente porque não podem ser compreendidos por nossa pequena inteligência. Podemos formar alguma ideia com exemplos. Alguma vez já viste a preparação da massa para fazer o pão? O que faz o padeiro? Toma a farinha, o fermento e a água. São três elementos distintos: a farinha não é o fermento nem a água; o fermento não é a farinha nem a água; e a água não é a farinha nem o fermento. Misturam-se os três elementos e se forma uma só substância. Portanto, três elementos distintos formam, juntos, uma só substância. Com essa massa, se faz três pães que têm a mesma substância, mas possuem formas distintas um do outro. Isto é, três pães distintos um do outro, porém uma única substância.

Assim se diz de Deus: Ele é Uno na natureza, Trino nas pessoas iguais e distintas uma da outra. O Pai não é o Filho nem o Espírito Santo; o Espírito Santo procede do Pai e do Filho. São três pessoas iguais, porém distintas. Contudo, é um só Deus, porque única e idêntica é a natureza de Deus”.
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Papa “profundamente magoado” por críticas oriundas da Igreja de sua terra natal.

Salve Maria,
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Castel Gandolfo, 3 de agosto de 2012: Dançarinos com
roupas típicas da Bavária se apresentam ao Papa.
O Papa Bento XVI “está profundamenea magoado” pela forma negativa com que a Igreja da Alemanha parece tê-lo em consideração, de acordo com o núncio do Vaticano na Alemanha.

Dom Jean-Claude Périsset acrescentou que a “rejeição” dos Católicos alemães ao Papa Bento XVI lhes causava ainda mais danos que o próprio Papa.

“É uma grande perda para a Igreja Católica na Alemanha que ela dê tão pouca atenção ao Papa”, afirmou. Em uma entrevista ao semanário alemão Christ & Welt ele declarou: “Cada um vem com a sua própria opinião e acha que sabe mais [que o Papa]“.

A Igreja alemã tem progressivamente se tornado crítica ao Papa Bento XVI. Bispos lamentam “informantes” conservadores, a rejeição do Vaticano II pela Fraternidade São Pio X (FSSPX) e a nova tradução do Missal.
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